O câmbio automático segue caindo no gosto do brasileiro

Cambio automático cai no gosto dos consumidores brasileiros

Câmbio do Sandero Stepway - 20% das vendas do modelo são automáticas.

Me recordo há muitos anos, nos idos da década de 80, época em que ter um carro com câmbio automático ou era benefício de executivos, ou de portadores de necessidades especiais. Nossa frota tinha os sedãs Ford Del Rey, Chevrolet Monza e Diplomata, e o VW Santana, equipados com o então conhecido “câmbio hidramático”.

De lá para cá, praticamente tudo mudou, do consumidor à tecnologia, incluindo a forma de produzir e baratear este equipamento que dá tanto conforto ao motorista. Atualmente o câmbio automatizado, que não é automático – possui o sistema eletrônico de embreagem – ganhou as ruas em quase todos os modelos das Linhas Fiat e Volkswagen. Foi o início da popularização, incluindo os carros com motor 1.0 litro.

O próprio câmbio automático também está marcando presença. Toda linha de veículos da Renault tem esta opção, com custo adicional inicial equivalente à R$ 3.400. Segundo a montadora francesa, o Sandero tem 10% de seus modelos comercializados esta opção de câmbio, e o número da versão aventureira Stepway é de 20%. No caso da SUV Duster, a conta já chega à 25% do mix de venda.

Na hora de escolher um automático ou automatizado, é importante avaliar alguns itens. A potência do motor e o desempenho do veículo são um deles. O sistema destes câmbios normalmente reduz a potencia de arranque e retomada, além de aumentar o consumo. Assim, a força de um motor mais potente ajuda o melhor desempenho do automóvel. Outro ponto é a quantidade de marchas. Os modelos novos chegam a ter até 5 ou 6 marchas para troca, o que dá elasticidade e agilidade ao motor, e poupa seus ouvidos para aquele ronco forte da troca de marchas. A maior parte dos câmbios vem com a opção de troca manual, selecionando a alavanca em movimentos curtos para cima ou para baixo. Opção para que não quer perder a sensação de esportividade na condução.

Eu recentemente adquiri um carro novo, e no próprio test-drive experimentei um automático ao volante pela primeira vez. Foi paixão a primeira vista. Já tinha andado várias vezes no banco do carona, mas ao volante – não resisti e comprei. Não existe nada melhor, principalmente rondando por São Paulo.

Esta é a prova de que o conforto pede passagem no trânsito caótico das metrópoles!

Fonte/Fotos: Renault

PG

Author: PG

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1 Comment

  1. Nossa, levei um susto com o título da sua postagem. Entendi perfeitamente que você estava falando sobre que as pessoas não queriam mais saber de câmbio automático, o que seria absurdo pois é muito mais confortável quando podermos ter carros que facilitem no trânsito de SP. Ainda não tenho, infelizmente, um assim, mas assim que possível comprarei um.

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